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quarta-feira, 3 de março de 2010

Festa do Divino Espírito Santo

A festa do Divino tem origem nos Estados Alemães, onde aconteceram primordialmente na Dinastia dos Otons. “Destinava-se a lançar fundamentos de uma instituição, que, na forma de um banco, formado de esmolas, acudisse os pobres nos anos de penúria” (VOLPATTO, [2000?]).
É uma das festas mais recorrentes em todos os calendários turísticos. Pouco se sabe sobre sua origem como evento no Brasil a não ser que ela veio com os portugueses no período colonial, quando era efusivamente comemorada. Acredita-se que o costume veio de Portugal, trazido pelos missionários jesuítas e primeiros colonos.
“[...] na Idade Média teria aparecido em Portugal um monge considerado como um santo. Depois de longos anos de retiro no deserto, foi-lhe revelada a vinda próxima de uma nova era de relações entre os homens sobre a Terra: a época do Espírito Santo. A humanidade teria já ultrapassado a época do Pai (o Antigo Testamento) e, ao seu tempo, terminava o seu trânsito por sobre a época do Filho (o Novo Testamento). Estaria para chegar ao mundo a época final, a do Espírito Santo, marcada pelo advento de uma implantação definitiva da paz, do amor da bondade entre todos os homens do mundo.[...] O monge voltou às cidades e procurou difundir a revelação recebida, tida imediatamente como revolucionária pelas autoridades eclesiásticas do seu tempo. Suas idéias proféticas conquistaram inúmeros adeptos, logo perseguidos por uma igreja oficial, ao mesmo tempo medieval e fechada. Segundo a versão, ‘só em Portugal foram queimadas mais de 400 pessoas por sua crença no Espírito Santo‘. Inúmeros adeptos da nova crença migraram para o Brasil, logo depois de sua colonização e, depois da conquista dos espaços mediterrâneos, ocuparam, prioritariamente, antes as terras de Minas Gerais e, depois, os espaços de Goiás e, em menor escala, os de Mato Grosso” (BRANDÃO, 1978, p. 65).

A Festa

A festa na Ilha da Santa Catarina é precedida de uma romaria da Bandeira do Divino, com finalidade de recolhimento de esmola, destinada a auxiliar as despesas da festa. Antigamente os irmãos portavam suas opas vermelhas quando acompanhavam o grupo que conduzia a Bandeira e a Coroa.
Os festejos começam após a quaresma com a saída da bandeira do Divino. Trata-se de uma bandeira de pano vermelho, no qual está bordada uma pombinha branca, sustentada por um mastro de dois metros aproximadamente em cuja ponta figura outra pombinha branca, ornada de flores. Da ponta caem fitas coloridas, geralmente doadas como pagamento de promessas.
A Bandeira percorre todas as casas, realizando a coleta dos donativos para grande festa, que pode ser em espécie ou em forma de prendas, galinhas, porcos, etc., que serão usadas no preparo das comidas ou rifadas durante as festividades.
Tradicionalmente a bandeira era acompanhada de um grupo de foliões composto de três ou quatro músicos, cantadores e acompanhantes. A orquestra compreendia rabeca, violão, cavaquinho, tambor surdo e gaita. Com o passar dos anos, poucas são as comunidades que ainda mantêm este costume. Algumas apenas portam a bandeira, outras se deixam acompanhar por um tambor. Entretanto, nas comunidades do Ribeirão da Ilha, Campeche e Santo Antônio de Lisboa, assim como, nos municípios de Governador Celso Ramos, Tijucas, Enseada do Brito e Laguna, ainda se encontram bandeiras em sua expressão mais tradicional.
As festas do Divino Espírito Santo ocorrem nos meses de maio, junho ou julho. Com uma duração de três dias (sexta, sábado, domingo) a festa é precedida por novenas e tríduos. Na sexta realiza-se o cortejo imperial com missa festiva em honra ao Espírito Santo. Em alguns municípios, o cortejo parte dos “impérios” ainda existentes. Todavia, em sua maioria, parte da casa do festeiro (casal imperador) ou da prefeitura local, como ocorre em Santo Amaro da Imperatriz, onde recebe a “chave da cidade”. Após a missa, realizam-se apresentações folclóricas, folias, bailes e queimas de fogos de artifício. No sábado, acontece a festa propriamente dita, com a coroação da imperatriz e do imperador durante missa solene. A seguir, os imperadores e toda a corte são conduzidos para o local apropriado que represente os antigos “impérios e teatros”, onde recebem as homenagens da população. No domingo se procederá à escolha ou sorteio do casal imperador que coordenará as festividades do ano seguinte. O casal proclamado toma posse na segunda-feira, encerrando-se o “Ciclo do Divino Espírito Santo”. (VOLPATO, [2000?]).

Referências

AMARAL, Rita. Festa à brasileira: sentidos do festejar no país que "não é sério". Disponível em: http://www.aguaforte.com/antropologia/festaabrasileira/festa.html
Acesso em: 03 mar. 2010.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. De tão longe eu venho vindo: símbolos, gestos e rituais do ... O Divino, o Santo e a Senhora. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1978.
VOLPATTO, Rosane. Festa do Divino.[2000?]. Disponível em: http://www.rosanevolpatto.trd.br/DIVINO1.html. Acesso em: 03 mar. 2010.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Aniversário do Jura é Trudebom


O Aniversário do Jura foi Trudebom, as fotos podem ser vista no Orkut do Trudebom ou no site do Floripafoto em www.floripafoto.com.br ficaram maraaavilhosas porque ser jovem é realmente Trudebom. Breve as fotos vão estar aqui em slideshow...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pagode a Beira-Mar do Dia 02 de janeiro



A Festa do dia 02 de janeiro estava ótima, gente bonita e de muito bem com a vida, aguardem a postagem das fotos em breve.
Sábado, 09 de janeiro vai ter nova festa no Trudebom, com Apetrechos + Sambarte + Dj, em comemoração ao aniversário do nosso grande amigo Jura. Nome na lista em trudebom@gmail.com

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pagode à Beira-Mar no Trudebom



Sábado 26 de dezembro tem Pagode à Beira Mar no Trudebom com os Grupos Nossa Onda, Sambarte + Dj Residente, Nome na lista em trudebom@gmail.com, lembramos que até meia noite mulheres são free com nome na lista.

Toca da Nega - Caverna do Pântano do Sul


Marcelo Gevaerd

A caverna do Pântano do Sul fica no Costão do lado esquerdo chegando a praia. Uma caminhadinha básica, mas uns 1000 metros equilibrando em pedras chega-se neste paraíso conhecido somente por privilegiados.
Conhecendo a bela praia do Pântano do Sul não deixe de conhecer mais esta maravilha da Ilha de Santa Catarina

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Sertão do Peri



Fotos by Paulo H. Lima

"Os primeiros habitantes do Sertão do Peri fixaram-se na região a partir de
1761, data da instalação da Freguesia de Nossa Senhora da Lapa do Ribeirão da
Ilha, sendo provenientes daí, bem como de alguns municípios vizinhos à
Florianópolis, localizados na parte continental, como Paulo Lopes e Santo Amaro.
Comunidades como esta, até a década de 1970, viviam basicamente isoladas, pois não existiam estradas que as ligassem com outras, mesmo as mais próximas, como a Costeira do Ribeirão e o Pântano do Sul. A estrada de comunicação com o Sertão do Peri foi aberta no ano de 1976, marcando o início de um processo de migração para a cidade, caracterizando a evasão dos moradores. A principal atividade econômica desenvolvida pela comunidade do Sertão do Peri era a agricultura de subsistência e esteve, desde muito, associada à fabricação artesanal de farinha de mandioca. Assim, o mercado de trabalho encontrava-se restrito à exploração da terra, onde as principais lavouras eram de mandioca, cana de açúcar, feijão e milho e o plantio era feito, em grande parte nas encostas, causando erosão e empobrecimento do solo." BATISTA, Karina Romariz.Sertão do Peri: um olhar etnográfico. Disponível :http://revistas.udesc.br/index.php/percursos/article/viewFile/1432/1205


Parque Municipal da Lagoinha do Peri

O Parque Municipal da Lagoa do Peri encontra-se na porção sul da Ilha de
Santa Catarina, possuindo 20,3 km² de matas e trilhas. A lagoa propriamente dita
apresenta uma área superficial de 5,2 km², constituindo-se no maior corpo de água
doce do litoral catarinense e no maior manancial de água potável da Ilha de Santa
Catarina. Com boa infraestrutura que incluem churrasqueiras, banheiros, estacionamento, lanchonetes etc. Interessante principalmente para crianças. Possui 3 trilhas com diferentes graus de dificuldades: Caminho do Saquinho, Trilha da Restinga e Caminho da Gurita.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009


Neste Sábado No Trudebom Bar teremos Show com Acústico Sunset e Entre Elas acompanhados de Dj Convidado. Nome na lista em trudebom@gmail.com até as 18:00 de sábado. Lembramos que mulheres com nome na lista até a meia noite é free.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Sábado é Pagode no Trudebom






Então pessoal está chegando a hora da festa do dia 12 de dezembro. Lembramos que mulheres é Free até meia-noite com nome na lista. Lista em: trudebom@gmail.com, valendo até as 18 horas de sábado. Não vá esquecer heim...

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Quintal do Trudebom Bar – Parque Municipal da Lagoinha do Leste



Faz parte do Parque Municipal da Lagoinha do Leste a praia, a lagoa, a cachoeira, costões e a mais preservada porção de Mata Atlântica da Ilha de Santa Catarina, compreendendo mais ou menos 43 hectares.
É possível chegar de duas formas distintas: a pé, uma caminhada de 45 minutos com saída do Pântano do Sul, ou 2 horas com saída da Praia do Matadeiro na Armação do Pântano do Sul e por barco com saídas também da Praia do Pântano do Sul e Armação.
A preservação deste santuário deve-se ao fato de não possuir infra-estrutura turística, nem guias e asfalto. Para enfrentar a caminhada sugere-se levar um bom par de tênis, protetor solar, água, máquina fotográfica e comidas que não pesem na mochila. A mochila é necessária, pois da vontade de agarrar este paraíso.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

O Quintal do Trudebom Bar - Praia do Saquinho


Praia do Saquinho, fica numa pequena baia, é possível chegar a partir da Praia dos Rio das Pacas ou Solidão em uma trilha bem segura. Neste comunidade não existe telefone, televisão, energia elétrica, apenas o celular é possível funcionar. A praia recebeu esta denominação por ser em formato de saco pequeno. Situa-se, a leste da Ilha de Santa Catarina, integra o Distrito de Pântano do Sul, mais ou menos, à 27º e 46′ de latitude sul. Extensão 400 m., largura de 4 a 10 m.

Usos e Costumes
Como a Praia do Saquinho e inclusive sua região, possui uma Cruz Missioneira colocada no início do século XX, quando Missionários partiam para lugares isolados, para pregarem a palavra de Deus, Religião Católica, é aproveitada para a realização da única festa anual da comunidade e que reúne cerca de duas dezena de moradores locais, e mais um bom número de interessados e cultores, das tradições do interior da Ilha de Santa Catarina, a Festa da Santa Cruz do Saquinho.
Possui dois caminhos. Um que dá acesso à Praia dos Naufragados, e um outro para o Norte, indo até a Praia do Rio das Pacas e Pântano do Sul, única forma de chegar-se ao centro da Cidade de Florianópolis.
Não tem estradas para veículos, porém, somente para o trânsito feito a pé, aliás e, por mar. Outrora, foi um centro produtor de farinha de mandioca e cultura do milho. Pescaria muito pouca, ou somente para auto consumo.
Fonte: http://www.floripando.com.br/praias/saquinho/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Quintal do Trudebom Bar

Armação, Armação do Pântano do Sul teve suas origens do nome na pesca de baleias, atividade que não mais ocorre desde 1982.Possui uma tradicional colônia de pescadores, e um dos principais sítios arqueológicos de Santa Catarina.

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