pegue a sua no TemplatesdaLua.com
pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Tradução/Translation/traduction/traducción

Previsão Tempo

terça-feira, 25 de maio de 2010

Destruição devido à ressaca na Praia da Armação continua...

O fenômeno de erosão marítima na Praia da Armação é antigo...
Foi percebido nos últimos meses devido à destruição ocasionada nas construções da orla. Em março deste ano (2010) Moradores da Praia da Armação já chamavam atenção para o problema e foi só nos últimos episódios o que o assunto tornou-se “interessante”.
Florianópolis decretou situação de emergência devido à erosão marítima somente no dia 17 de maio de 2010, quando num total 74 casas foram atingidas e a faixa de areia, que era de 50 metros, desapareceu. Estão trabalhando em muro de contenção (do que mesmo?) 200 soldados do Exército Brasileiro auxiliando a Prefeitura Municipal de Florianópolis. A medida, segundo especialistas é provisória e paliativa. O Professor do Laboratório de Oceanografia Costeira da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Jarbas Bonetti diz que “a rigor, a única solução definitiva para o problema seria remover as construções em uma faixa de vários metros a partir da linha do mar. Desta forma, a dinâmica natural do sistema e os estoques de sedimentos seriam mantidos. Parece utópico, mas em alguns locais do mundo, sobretudo na Europa, isso já vem sendo realizado”. Bonetti afirma também que “a praia não é só a areia onde colocamos o guarda-sol. Ela é um sistema que envolve as dunas frontais, a areia da praia e a parte submersa, quando o mar não encontra uma reserva de sedimentos, ele a busca e a altura da praia diminuem. E a água busca nas dunas, onde estão as construções. Em praias preservadas como a de Moçambique, esse movimento é pouco sentido. O problema é sério onde as dunas foram ocupadas", explica Bonetti.

Foto: Maria Zani Garcia

Em 2006, o geólogo e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Norberto Horn, fez um levantamento de áreas de risco de destruição por causa da erosão costeira. Pântano do Sul, Barra da Lagoa, Canasvieiras, Naufragados, Ingleses e Armação são de alto risco. O Plano Diretor, que está em discussão e prestes a ser encaminhado à Câmara de Vereadores, inclui engordamento dos Ingleses. De acordo com Horn, a erosão costeira é natural, mas em alguns locais é ampliada por causa da ação do homem. Com a construção de casas e edifícios muito perto da orla, muitas vezes ocupando até as dunas, a movimentação natural das ondas, que leva e traz areia para dentro e para fora do mar, acaba se tornando um risco.

Foto: Maria Zani Garcia

Ainda em relação à Praia da Armação o oceanógrafo Argeu Vanz, do Centro de Informações de Recursos Ambientais de Santa Catarina (Ciram) afirma que: “algo foi feito diferente naquela praia e causou toda complicação em seu sistema. Uma ponte, uma construção em local indevido, enfim, deve ser analisado como era o local antigamente, isso influencia o transporte de sedimentos marinhos. É preciso estudar o que houve ali, pois, caso contrário, as medidas serão paliativas".
De acordo com Investigações do Laboratório de Marés e Processos Temporais Oceânicos (Maptolab) do Instituto Oceanógrafo da USP, o nível do mar na costa brasileira está aumentando 40 centímetros por século, ou 4 milímetros por ano. As variações vêm sendo investigadas desde a década de 80.
As medições feitas pela equipe do professor Afrânio Rubens de Mesquita, pesquisador do Maptolab, na região de Cananéia, e publicadas em 2009, mostram um movimento de afundamento vertical da crosta na ordem de 0,11 cm por ano. Isso faz com que o nível do mar suba em relação à crosta a 0,38 cm por ano. “A variação de 0,38 cm por ano é preocupante e ameaça as praias, talvez, de toda a costa brasileira”, explica o pesquisador.
É necessária a medição anual, durante um período mínimo de dez anos, na chamada Sessão Capricórnio, que é um conjunto de estações oceanográficas ao longo de uma radial oceânica (a partir de Santos até 500 quilômetros [Km] fora da costa), que permite a realização de medições ao longo da profundidade dos oceanos durante os dez anos do programa. “Não há dinheiro para que façamos essas medições todo ano e de forma contínua. Nossos pedidos de recursos junto a órgãos financiadores são constantemente negados, e isso atrasa o andamento e a qualidade das nossas medições e pesquisas sobre as variações do mar”, lamenta o pesquisador.

Fonte: Diário Catarinense,
Terra, Agência Notícias USP

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Ressaca Praia da Armação do Pântano do Sul

Ressaca é a elavação do nível do mar em relação aos períodos sem tempestades. As tempestades são causadas por rápidas e violentas mudanças climáticas. Com o aumento do nível do oceano, impulsionadas por correntes marítimas, o deslocamento de grande volume de agua em direção a orla causam destruição e em alguns casos até morte. Exemplos recentes mostram o poder da fúria da natureza. A Praia da Armação vem sofrendo com este fenômeno a algum tempo, mas o último episódio fez crescer a insegurança em relação aos moradores da orla.
Foto: Tayana Dacorregio

    Foto: Fabrício Escandiuzzi

Segundo o diretor da defesa civil de Florianópolis, Maximo Seleme, “esse tipo de ocorrência, não é novidade na ilha, com as mudanças climáticas haverá um incremento na força destrutiva desses eventos, que com certeza ocorrerão novamente.” Não construir em áreas de risco ou preservação permanente e respeitar as distâncias mínimas de recuos solicitadas por lei fazem parte dos cuidados para evitar novas tragédias.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Festa do Divino Espírito Santo

A festa do Divino tem origem nos Estados Alemães, onde aconteceram primordialmente na Dinastia dos Otons. “Destinava-se a lançar fundamentos de uma instituição, que, na forma de um banco, formado de esmolas, acudisse os pobres nos anos de penúria” (VOLPATTO, [2000?]).
É uma das festas mais recorrentes em todos os calendários turísticos. Pouco se sabe sobre sua origem como evento no Brasil a não ser que ela veio com os portugueses no período colonial, quando era efusivamente comemorada. Acredita-se que o costume veio de Portugal, trazido pelos missionários jesuítas e primeiros colonos.
“[...] na Idade Média teria aparecido em Portugal um monge considerado como um santo. Depois de longos anos de retiro no deserto, foi-lhe revelada a vinda próxima de uma nova era de relações entre os homens sobre a Terra: a época do Espírito Santo. A humanidade teria já ultrapassado a época do Pai (o Antigo Testamento) e, ao seu tempo, terminava o seu trânsito por sobre a época do Filho (o Novo Testamento). Estaria para chegar ao mundo a época final, a do Espírito Santo, marcada pelo advento de uma implantação definitiva da paz, do amor da bondade entre todos os homens do mundo.[...] O monge voltou às cidades e procurou difundir a revelação recebida, tida imediatamente como revolucionária pelas autoridades eclesiásticas do seu tempo. Suas idéias proféticas conquistaram inúmeros adeptos, logo perseguidos por uma igreja oficial, ao mesmo tempo medieval e fechada. Segundo a versão, ‘só em Portugal foram queimadas mais de 400 pessoas por sua crença no Espírito Santo‘. Inúmeros adeptos da nova crença migraram para o Brasil, logo depois de sua colonização e, depois da conquista dos espaços mediterrâneos, ocuparam, prioritariamente, antes as terras de Minas Gerais e, depois, os espaços de Goiás e, em menor escala, os de Mato Grosso” (BRANDÃO, 1978, p. 65).

A Festa

A festa na Ilha da Santa Catarina é precedida de uma romaria da Bandeira do Divino, com finalidade de recolhimento de esmola, destinada a auxiliar as despesas da festa. Antigamente os irmãos portavam suas opas vermelhas quando acompanhavam o grupo que conduzia a Bandeira e a Coroa.
Os festejos começam após a quaresma com a saída da bandeira do Divino. Trata-se de uma bandeira de pano vermelho, no qual está bordada uma pombinha branca, sustentada por um mastro de dois metros aproximadamente em cuja ponta figura outra pombinha branca, ornada de flores. Da ponta caem fitas coloridas, geralmente doadas como pagamento de promessas.
A Bandeira percorre todas as casas, realizando a coleta dos donativos para grande festa, que pode ser em espécie ou em forma de prendas, galinhas, porcos, etc., que serão usadas no preparo das comidas ou rifadas durante as festividades.
Tradicionalmente a bandeira era acompanhada de um grupo de foliões composto de três ou quatro músicos, cantadores e acompanhantes. A orquestra compreendia rabeca, violão, cavaquinho, tambor surdo e gaita. Com o passar dos anos, poucas são as comunidades que ainda mantêm este costume. Algumas apenas portam a bandeira, outras se deixam acompanhar por um tambor. Entretanto, nas comunidades do Ribeirão da Ilha, Campeche e Santo Antônio de Lisboa, assim como, nos municípios de Governador Celso Ramos, Tijucas, Enseada do Brito e Laguna, ainda se encontram bandeiras em sua expressão mais tradicional.
As festas do Divino Espírito Santo ocorrem nos meses de maio, junho ou julho. Com uma duração de três dias (sexta, sábado, domingo) a festa é precedida por novenas e tríduos. Na sexta realiza-se o cortejo imperial com missa festiva em honra ao Espírito Santo. Em alguns municípios, o cortejo parte dos “impérios” ainda existentes. Todavia, em sua maioria, parte da casa do festeiro (casal imperador) ou da prefeitura local, como ocorre em Santo Amaro da Imperatriz, onde recebe a “chave da cidade”. Após a missa, realizam-se apresentações folclóricas, folias, bailes e queimas de fogos de artifício. No sábado, acontece a festa propriamente dita, com a coroação da imperatriz e do imperador durante missa solene. A seguir, os imperadores e toda a corte são conduzidos para o local apropriado que represente os antigos “impérios e teatros”, onde recebem as homenagens da população. No domingo se procederá à escolha ou sorteio do casal imperador que coordenará as festividades do ano seguinte. O casal proclamado toma posse na segunda-feira, encerrando-se o “Ciclo do Divino Espírito Santo”. (VOLPATO, [2000?]).

Referências

AMARAL, Rita. Festa à brasileira: sentidos do festejar no país que "não é sério". Disponível em: http://www.aguaforte.com/antropologia/festaabrasileira/festa.html
Acesso em: 03 mar. 2010.
BRANDÃO, Carlos Rodrigues. De tão longe eu venho vindo: símbolos, gestos e rituais do ... O Divino, o Santo e a Senhora. Rio de Janeiro: FUNARTE, 1978.
VOLPATTO, Rosane. Festa do Divino.[2000?]. Disponível em: http://www.rosanevolpatto.trd.br/DIVINO1.html. Acesso em: 03 mar. 2010.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Aniversário do Jura é Trudebom


O Aniversário do Jura foi Trudebom, as fotos podem ser vista no Orkut do Trudebom ou no site do Floripafoto em www.floripafoto.com.br ficaram maraaavilhosas porque ser jovem é realmente Trudebom. Breve as fotos vão estar aqui em slideshow...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Pagode a Beira-Mar do Dia 02 de janeiro



A Festa do dia 02 de janeiro estava ótima, gente bonita e de muito bem com a vida, aguardem a postagem das fotos em breve.
Sábado, 09 de janeiro vai ter nova festa no Trudebom, com Apetrechos + Sambarte + Dj, em comemoração ao aniversário do nosso grande amigo Jura. Nome na lista em trudebom@gmail.com

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Pagode à Beira-Mar no Trudebom



Sábado 26 de dezembro tem Pagode à Beira Mar no Trudebom com os Grupos Nossa Onda, Sambarte + Dj Residente, Nome na lista em trudebom@gmail.com, lembramos que até meia noite mulheres são free com nome na lista.

Toca da Nega - Caverna do Pântano do Sul


Marcelo Gevaerd

A caverna do Pântano do Sul fica no Costão do lado esquerdo chegando a praia. Uma caminhadinha básica, mas uns 1000 metros equilibrando em pedras chega-se neste paraíso conhecido somente por privilegiados.
Conhecendo a bela praia do Pântano do Sul não deixe de conhecer mais esta maravilha da Ilha de Santa Catarina

Resultado da pesquisa

Encontre

Pesquisa personalizada

05 de Dezembro no Trudebom Bar

Notícias Santa Catarina

clicRBS

Últimas notícias

Carregando...

1 ano de Trudebom

Seguidores